[0089 - 19/05/2020] Pirâmides Suspeitas 4 - Bóia

Cada sessão de jogo terá 1 tópico.

Título do tópico:
[0000 - dd/mm/aaaa] "nome da sessão" - "nome do mestre"
[0001- 16/10/2017] A Sociedade do Anel - Gandalf, o Cinzento
[0002- 18/05/2018] As Duas Torres - Saruman, o Branco
Por favor, escreva seu relatório em um único post e coloque o nome do seu personagem.

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Grimm
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[0089 - 19/05/2020] Pirâmides Suspeitas 4 - Bóia

Post by Grimm »

Mestre: Marcos
Aventura: Viajar até as ruínas de uma pirâmide perdida no meio das montanhas ruidosas, explorar seu interior e seus tesouros escondidos.
Dia/Hora: 19/Maio/2020 10h00min
Timezone: https://notime.zone/Lml2thuzcenV7
Nível: Preferencialmente Principiantes
Tempo: da 10:00 até as 16h. (6h de jogo, ou mais caso o grupo tenha disponibilidade)
Procurando por: Qualquer tipo de aventureiro.
Saque: Todo o saque (mundano) será recolhido por Garlak, que irá vender tudo e dividir igualmente os ganhos. Itens exóticos e/ou mágicos terão seu destino definido pelo líder do grupo.

Grupo atual:
Nome Classe Nivel
Garlak Artífice Artilheiro 4
Elfa Mithrith Mago 3
Gato Fumaça Ladino/Ranger 4/1
Lagarto Akadah Druida 1
If the barbarian has ten gold pieces, and the rogue steals half of it, what does the rogue take?
1d12 slashing damage.
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Grimm
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Re: [0089 - 19/05/2020] Pirâmides Suspeitas 4 - Bóia

Post by Grimm »

Relato de Fumaça:

Me reuni com Garlak pra ir explorar algumas áreas próximas da cidade e talvez encontrar uns gigantes, visitar uma tal pirâmide da qual sempre ouvi falar. Lá também estava Mithreth, então repassamos alguns detalhes, lembrando da minha experiência com aquela parte não mapeada do pântano onde resgatamos Elise na Tumba dos Reis Élficos. Aparentemente,um tal de Alp já havia feito várias anotações no mapa sobre as regiões que iriamos passar. Pensando agora, não sei o que aconteceu com aquele Druida. Da última vez, lembro de ter ouvido relatos de que ele foi morar com uns outros druidas numa floresta próxima do novo assentamento, então ele deve ter ficado por lá.
Quando estávamos nos preparando pra sair, um homem-lagarto entrou correndo dizendo que iria conosco, mas que queria sair logo por causa de um bruxo irritado que vinha atrás dele. Reconheci como uma das muitas situações que me meti, falhando nos meus primeiros roubos, então apressei pra que todos saíssemos logo. Conversando com o lagarto Akadah na saída da cidade, percebi que ele era um pouco maior e tinha a pele um pouco mais dura que a de Moxt... talvez sejam espécies diferentes. Esse homem-lagarto parecia também bastante adaptado à natureza como Moxt, mas o seu jeito de pensar e falar refletia alguma vivência prévia entre povos civilizados e os desafios de ser tratado como um cidadão de segunda categoria.

Antes de chegarmos no Pântano das Cobras, colhemos informações de um soldado da guarda. Ele informou que não havia nada a reportar sobre a área do pântano e me esclareceu que as patrulhas não sobem as Montanhas Salgadas como eu presumia. Continuando nossa jornada, cruzamos o pequeno rio facilmente com Akadah cruzando habilmente a nado e segurando uma corda do outro lado. Mapeando a área onde se encontravam as ruinas, não foi dificíl encontrar um caminho seco para caminhar e logo haviamos explorado a zona inteira. Mas para a minha surpresa, não havia mais uma ruina lá. Talvez ela tivesse voltado para seu plano de existência, ou talvez ela só apareça quando está escuro. Seguimos buscando um local apropriado para cruzarmos o Ruidoso, que estava mais cheio. Depois de algum tempo procurando com Akadah, encontramos uma parte mais estreita e rasa do rio para passarmos sem dificuldade.

Como o mapa indicava a presença de uma tal Trilha dos Gigantes, usamos o tempo para encontrá-la. Tendo feito isso, fiz uma descoberta que me deixou confuso. Nessa mesma trilha, encontrei pegadas de um grupo de 6 humanóides vestindo botas que subiram e desceram a trilha cerca de 6 dias antes. Normalmente, eu constataria que foi uma das patrulhas, mas com a informação do guarda que encontramos anteriormente, esses deviam ser de outro grupo. Chegando na bifurcação (esquerda para o Covil dos Bandidos e direita seguindo o Parapeito dos Gigantes) vi que o grupo havia ido e vindo nas duas direções diversas vezes em dias diferentes, mas mais recentemente passado ali com um grupo de 10 ao invés de 6. Além disso, havia também um terceiro caminho que continuava subindo a montanha, essa com as marcas da passagem de gigante há apenas 2 dias. Como estávamos bastante cansados e o nosso caminho nos levaria a Nordeste, resolvi guiar o grupo pelo caminho da direita, já buscando um local para montar acampamento. Infelizmente o caminho a direita terminou em um grande paredão algumas milhas a frente (o grupo de 6 pessoas parecia ter escalado aquele ponto). Resolvemos parar ali mesmo e dormir agarrados no paredão, há poucos metros do precipício. Mithreth armou sua barraca enquanto eu, Akadah e Garlak abrimos uma cerveja e começamos a conversar.

Akadah nos contou que veio de um mundo pra mim desconhecido, de um pântano ao sul do seu continente. Sua tribo levava uma vida pacífica até serem invadidos e massacrados por elfos "filhos de uma quenga". Imediatamene, Mithreth ficou irritada com a ofensa a outros seres de sua raça, dizendo que eram os homens lagarto que devem ter provocado primeiro ou então seus antepassados, por isso os elfos estavam com a razão. Quando questionada se ela se responsabilizava pelas ações de outros de sua raça ou de seus antepassados, ela rapidamente justificou que não tinha culpa pelo que outros elfos fizeram de ruim. Garlak e Akadah reclamaram que ela via culpa nas supostas ações dos antepassados dos lagartos, mas não nas dos seus, ao que a elfa se ofendeu novamente com o uso da expressão "filhos de uma quenga", dizendo que ela era uma nobre e não precisava ouvir "esse tipo de linguagem", principalmente se fosse usada para se referir a ela ou outros elfos. Sentindo que fomos injustos com as quengas,passamos então a listar todos os benefícios de quengas, meretrizes e cortesãs, principalmente para marinheiros. Outra vez ela afirmou que os seus marinheiros sabem do seu lugar e nunca frequentariam tais profissionais em sua presença. Todos rimos. A elfa ficou séria e foi para sua barraca meditar.

Durante a noite, Garlak me acordou dizendo que ouviu barulhos de asas batendo. Tentei ignorá-lo e voltar a dormir, mas ele insistiu. Enxergando pelo olhos da minha coruja, percebi que acima de nós haviam seres alados se esconendo nas rochas do paredão, talvez preparando uma emboscada. Como quem não quer nada, alcancei até minha besta, silenciosamente carregando um virote. Lembrando de onde a coruja havia visto as criaturas, rapidamente virei e atirei um virote para o meio das sombras. Ouvi ela acertando algo macio e logo depois um grito horrendo vindo de cima... eram harpias! Elas começaram a entoar suas melodias hipnóticas e fomos todos tomados pelo seu encantamento, escalando o paredão até elas. Após sofrer alguns de seus ataques, acordei da transe e rapidamente desci a ravina, armando minha besta e atirando de volta em uma das criaturas que havia agora descido para nos devorar. O combate foi difícil, mas felizmente Mithreth segurou o avanço delas com suas espadas enquanto o pássaro de Garlak cuspia fogo nelas e água benta para nos curar. Eu continuei atirando e Akadah chegando a morder uma delas, arrancando um pedaço, mas logo cuspindo fora e dizendo que o gosto era muito ruim. Com garradas e porretadas, uma das harpias derrubou o lagarto. Eu corri até ele para estancar seu sangramento enquanto Garlak usava seus poderes curativos para reerguer o réptil. Golpe após golpe, tiro após tiro, o combate parecia pender para o nosso lado. Quando sobraram apenas duas, uma delas voou para o alto, fugindo da batalha e desaparecendo na escuridão acima de nós. Enquanto ela voava pra longe, eu só ouvia um distante bater de asas, mas era o suficiente para mim. Atunei meus ouvidos para o vento e visualizando mentalmente a trajetória da harpia, lancei um último virote para dentro da escuridão. O que se seguiu foi um breve silêncio, quebrado repentinamente pelo impacto do cadáver do monstro caindo no chão próximo de nós. A última das criaturas foi derrotada.

Percebendo que estávamos pouco preparados para o ambiente que pretendiamos explorar, resolvemos terminar a noite e retornar a FogoVivo no dia seguinte para voltar aqui futuramente e desbravar o Parapeito dos Gigantes.
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Re: [0089 - 19/05/2020] Pirâmides Suspeitas 4 - Bóia

Post by godoy159 »

Relatório Garlak

Reuni o grupo com o Gato Fumaça, a Elfa Mithrith e um novo aventureiro, o Lagarto Akadah. Nos encontramos na taverna de Fogo vivo, onde conversamos um pouco antes de sair. O Gato Fumaça comentou que já havia visitado a região inexplorada do mapa, e que lá haviam encontrado uma tumba de elfos e que tinha algo de sobrenatural sobre ela, que eu não entendi muito bem. O lagarto parecia estar sendo perseguido por alguém e por isso nos apressamos pra sair de Fogovivo e iniciar a jornada.

O caminho pela estrada foi bastante tranquilo, e o grupo teve alguma dificuldade para atravessar o navio, mas graças ao esforço de todos não tivemos nenhum problema maior. Após isso mapeamos a área pantanosa com sucesso, porém não encontramos a tal tumba que o Gato havia comentado, o que deixou todos com a pulga atrás da orelha.

Seguimos nosso caminho após passar pelo rio ruidoso graças a ajuda do Gato Fumaça e do Lagarto Akadah. E seguimos nosso rumo, que levou a uma trilha entre as montanhas que deve levar para a dita pirâmide. Estávamos preocupados com algumas pegadas que passaram pelo mesmo caminho que fizemos, e ficamos mais preocupados quando nossa trilha deu em um canto sem fim (a não ser pra cima).

Decidimos descansar e depois subir a montanha escalando. Durante minha patrulha percebemos que alguma criatura voadora estava nos sobrevoando. O Gato Fumaça não pensou duas vezes e atirou nas criaturas, que iniciou um combate bastante desfavorável para nós. O Lagarto Akadah, que dormia até pouco tempo atrás, foi pego praticamente de surpresa e durante o combate foi abatido duas vezes pelas harpias. TIve que ativar o HAF 6" para que evitassemos maiores problemas, enquanto o resto do grupo conseguiu finalmente abater as harpias.

Devido a situações meteorológicas que iriam tornar a escalada muito arriscada, resolvemos retornar para Fovovivo e deixar a escalada para outro momento.
Dib: Sorry... I'm late... horrible... nightmare visions...
Ms. Bitters: It's called life, Dib. Sit down!
cleberius
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Re: [0089 - 19/05/2020] Pirâmides Suspeitas 4 - Bóia

Post by cleberius »

Relatório Akadah.

Devíamos ir até umas pirâmides, que pareciam ser suspeitas.
Um velho sem educação me atrasou e quando cheguei precisamos sair correndo para não perder tempo de Sol.

Vomos prum lado, fomos proutro lado e não encontramos pirâmides no pântano.
Eu achava que as pirâmides eram nas montanhas... não sei quantas pirâmides tem nesse lugar.

No fim atravessamo uns rio. Essa gente tem que aprender a se molhar. Perdemo umas boas hora só pra cruzar aquilo.

Chegamu numa montanha que tinha umas trilhas. O amigo felino Fumaça, tava vendo umas pegadas, ele tava até cas história de data, peso, raça das pegada. Eu vi bulhufas, e talvez se tivessem tivéssemos olhado mais pra cima que pro chão, nós via aqueles bixo antes.
As Harpias atacaram agente de noite, e Ô! Se não fosse o amigo anão Garlak eu tava lascado, tinha virado uma bolsa de harpia.
No fim, todos conseguimos mostrar nossas capacidades, até esse escamosos aqui. A elfa, mostrou que não só aprendeu a xingar (e como aprendeu), mais também a lutar com os marinheiros da época que ela trabalhava num porto aí.

Quando raiou o alvorecer do dia, tivemos que voltar. Tava vindo uma nuvem feia, e essa gente com pelo fede quando molha.

Na próxima vez, vamo tentar cruzar us rio mais rápido, podemos encontrar alguma coisa assim.

Kadah!
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