Acho massa essa discussão

Estereótipo de classe é realmente mais difícil de fugir - mas um dá pra pensar em variações. Eu tentei um pouco com o paladino por exemplo.
Um Rogue pode ser um ladrão, mas pode ser um caçador de tesouros também, um explorador de mistérios tipo indiana jones. Ou você pode quebrar o estereótipo completamente e fazer um guerreiro por exemplo que luta com espadas curtas e ataca as pessoas com precisão no fígado.
Eu curto quando muda um pouco. A mecânica continua a mesma, nada muda. O que muda é a explicação de como acontece as coisas.
Sobre jogar de personagem feminino - Nada contra. É difícil para um homem jogar de mulher, porque ele não é uma mulher. Ele vai jogar com a visão masculina do que é ser uma mulher. E as fantasias do jogador também entram em jogo ai. Geralmente quando jogamos com adolescentes, as fantasias tendem a ser hipersexualizadas. Mas já vi gente jogando de mulher muito bem. Acho bacana a tentativa, quando ela é levada a sério e não só uma razão para ficar brincando de mostrar os peitos para todo mundo para ganhar no teste de bluff. (Não que eu ache que o Guilherme vai fazer isso, só estou comentando da minha experiência).
By the way, nada errado em fazer roleplay sexualizado também, dentro dos lugares onde isso é adequado. Nosso jogo não é o lugar pra isso, mas tem jogos que o pessoal gosta de tratar todo tipo de tema mais maduro e não tem nada de errado também.