[0020 - 15/12/2018] Explorando o Norte - Bóia

Cada sessão de jogo terá 1 tópico.

Título do tópico:
[0000 - dd/mm/aaaa] "nome da sessão" - "nome do mestre"
[0001- 16/10/2017] A Sociedade do Anel - Gandalf, o Cinzento
[0002- 18/05/2018] As Duas Torres - Saruman, o Branco
Por favor, escreva seu relatório em um único post e coloque o nome do seu personagem.

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[0020 - 15/12/2018] Explorando o Norte - Bóia

Post by bichet » Sat Dec 15, 2018 10:17 am

Mestre: Bóia
Aventura: Há quase 1 ano, aventureiros cruzaram com um viajante chamado Alastor, que mencionou a localização aproximada de um portal próximo a um lago, seguindo um afluente do Rio Ruidoso. Alp tem interesse de mapear a margem norte do Rio Ruidoso e depois cruzá-lo para tentar encontrar o portal.
Dia/Hora: 15/12/2018 08:30 BR
Timezone: https://notime.zone/LSkMggPAx9xF1
Nível: Qualquer.
Tempo: 6h
Procurando por: A viagem será longa e difícil. De preferência aventureiros de maior resistência, experiência e sem medo da morte. Precisamos principalmente de uma pessoa que saiba desenhar mapas/navegar o terreno e também de uma pessoa com bom nível de conhecimento arcano/histórico/religioso.
Recompensa: 2gp por milha mapeada dividados igualmente entro os membros da expedição. Se encontrarmos um portal e mapeá-lo, +100gp.

Nome Classe Nivel
Alp Druida 6
Capiroto Warlock 6
Emmeline Bard 5
Sir Tyler Goldenstar Cavalier 5
Argok Ironfur Thorak Barbarian 5
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Re: [0020 - 15/12/2018] Explorando o Norte - Bóia

Post by Grimm » Sat Dec 15, 2018 5:22 pm

Relato de Alp:

Encontrei com meus velhos companheiros, Argok, Sir, Emmline e Capiroto para juntos explorarmos mais dessa terra estranha que viemos parar. Partimos cedo até a margem Norte do Rio Ruidoso e partimos a caminhar mais devagar quando nos aproximamos das montanhas, já que foi lá que encontramos os bandidos da última vez. Usei as sombras e ventos para esconder nosso grupo enquanto passávamos por aquela área e assim, não fomos percebidos.
Continuamos andando e mapeando cuidadosamente a margem Norte, passando o Braço Próximo e o Braço Médio. Todas as noites acampando com fogueira acesa e vigias. Na noite em que dormimos na primeira área não mapeada, fomos atacados por dois indivíduos que usavam magias muito conhecidas para mim. Eram druidas provavelmente, mas não estavam interessados em conversar, apenas atacar. Então partimos todos atrás deles, eu em forma de alce gigante. Infelizmente fiquei preso nas raízes que prendiam meus cascos ao chão e não consegui alcançá-los a tempo. Eles desapareceram na escuridão e seus rastros nos levaram até o pé das montanhas. Pensei que eles poderiam estar escondidos dentro das rochas, que é também uma habilidades de druidas, mas de modo a fazê-los saírem, Emmeline lançou um grande trovão que estremeceu toda a montanha. Em pouco tempo o ruiído, que ecoou pelos picos, trouxe o rugido de uma avalanche descendo até a planície. Depois da onde de neve, pude ouvir a voz gutural de Gigantes das Montanhas ao longe, muito confusos com o que havia acontecido e um pouco irritados que seu símbolo sagrado do deus Ymir havia sido destruído com a avalanche. Como não queriamos que eles descobrissem quem eram os reponsáveis, acampamos longe dali, sem fogueira para não atrair a atenção.

A noite toda podiamos ouvir as discussões altas dos gigantes da montanha. Quando acordamos, vimos que a área toda havia sido coberta de neve e tivemos que passar o dia inteiro tentando achar um caminho adiante. Mapeando nos dias seguintes, chegamos ao lago criado pelo afluente do Ruidoso, o Lago Baróvia. Seu nome vem do acontecimento muito estranho que presenciamos. Quando a noite já caía, sentimos o cheiro das mais variadas comidas deliciosas. Todos sentiamos a explosão de sabores que pairava pelo ar e seguimos nossos focinhos até chegar em uma construção de dois andares onde parecia haver uma festa e a temperatura ficava magicamente mais quente e não havia neve. Analisando com mais calma, percebi que a área inteira era mágica das escolas de Transmutação, Abjuração e Necromancia. A taverna e estalagem se chamavam Blue Inn e segundo o taverneiro, ficava na região norte da terra de Baróvia. Eu não sabia que essa região tinha esse nome, mas achei esranho que ninguém parecia dar atenção ao fato de que eu estava coberto de neve. Algo estava errado. Todos decidimos dormir na neve, fora dessa zona mágica, por segurança. Mas Sir resolveu que preferia o calor da estalagem e lá ficou durante a noite. Parece que não foi muito bom, porque quando acordei de manhã, ele estava dormindo na tenda de Argok. Mas o mais surpreendente não era isso. Quando olhei para a estalagem, ela não se encontrava mais lá e havia apenas neve em seu lugar. Quando olhei mais de perto, percebi as moedas que Capiroto e Sir haviam dado ao taverneiro Jack. Talvez essa estalagem venha e vá, ou talvez só a vejamos durante a noite. Mas como nossa prioridade era explorar, continuamos.

Mapeamos mais da margem Norte e percebi, não só os gritos das águias nas montanhas acima, mas também o grito de grifos lá no alto da cordilheira rochosa (também conhecida como Parapeito dos Gigantes). Na primeira noite naquela região, conseguimos esconder bem a barraca para não atrair as criaturas aladas, mas na segunda noite, fomos atacados. Elas chegaram voando e com seus bicos e garras nos rasgaram o quanto podiam, mas já tinhamos experiência lutando juntos e nos organizamos bem para poder derrotar os bichos. Emmeline, com seus sussurros inaudíveis, claramente danificou as mentes das criaturas e elas foram forçadas a recuar duas vezes. Capiroto se protegia com sua bolha de escuridão e eu batia em minha forma de alce, chegando até a derrubar um deles no chão com minhas galhas. Argok e Sir, como sempre, fizeram pouco das aves e logo restávamos apenas nós de pé. Dormimos novamente para poder seguir viagem.

Como nossas forças já estavam drenadas e a quantidade de desafios apenas aumentava, resolvemos seguir o mais rápido possível para onde achávamos que havia o portal. E exatamente como Alastor havia descrito, lá estava ele. Um estrutura redonda com seu meio coberto por um lençol aquoso que flutuava verticalmente. Quando empurrávamos, ele endurecia como pedra, não deixando nada passar. Também percebemos que o material do qual ele foi feito era diferente de qualquer coisa que haviamos visto e ao lado se encontrava um pequeno buraco, talvez o lugar onde se colocasse a chave para destrancar essa porta. Satisfeitos com a descoberta, mapeamos a área à sua volta (como havia pedido o Conselho) e vimos que a Lagoa Distante não parecia profundo e florestas cresciam na sua margem norte e um pouco a sudoeste do portal. Com a parte mais importante da nossa missão cumprida, retornamos à cidade.
If the barbarian has ten gold pieces, and the rogue steals half of it, what does the rogue take?
1d12 slashing damage.

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Re: [0020 - 15/12/2018] Explorando o Norte - Bóia

Post by bichet » Mon Feb 11, 2019 4:45 pm

Seguimos para o norte, a primeira parte fomos andando rápido porque já estava mapeado. Depois quando chegamos perto do acampamento dos bandidos fomos bem devagar, vigiando, vendo se avistamos eles, mas nada. Conseguimos mapear mais um pedaço pequeno e já escurecia e vamos acampar e descansar para continuar amanhã.
Turno 1 - Argok e Capiroto
Turno 2 - Alp
Turno 3 - Emmeline e Sir Tyler

No primeiro turno eles escutam passos na neve, eles cutucam a gente e todo mundo acorda, ficamos tentando ver algo, mas os FDP ficam numa grande distância, quando finalmente conseguimos ver os dois Druidas saem correndo da gente. Vamos atrás deles e o rastro acaba numa pedra. Que mundo estranho da porra.

Achamos que os dois Druidas entraram nessa pedra, Alp falou que é possível. Então achamos que era uma boa ideia gerar uma avalanche e soterrar eles, o que não parece tão esperto agora depois de ter dormido. Por fim começamos a escutar um monte de barulho, eram gigantes de gelo, eles passaram a noite discutindo sobre uma relíquia deles, alguns acham que foi perdido para sempre porque foi uma benção de Ymir, já outros acham que pode ser reconstruído. Fomos dormir, porque ninguém é de ferro. Quando acordamos a neve estava bem alta. Ficamos o dia todo nisso, para conseguir passar esse pedaço. Na próxima noite do acampamento conseguimos ouvir os gigantes novamente, mas não estavam falando de religião, estavam falando de comida, os animais "escaparam" com a avalanche.

Fomos andando e começamos a sentir um cheiro delicioso de comida, cada um sentia alguma coisa diferente, e todo mundo ia sentindo cada vez mais que fomos chegando perto e encontramos alguns local que parecia sem neve, com uma estalagem, o nome é Blue Inn. Sir Tyler entrou e ficou conversando com o barman, ele fica de papo e descobre que eles falam que estão em Baróvia, terras do Conde Strad, que as lendas contam que ele é um vampiro. Nada de bom pode vir disso.

Sir Tyler resolver dormir dentro (o que a pessoa não faz por um pouco de conforto), o resto de nós não quis arriscar e dormimos lá fora, na neve. Quando Sir Tyler acordou a noite era tudo fantasma, e depois a taverna sumiu, deixando só o dinheiro deles. Seguimos mais um tempo, sempre mapeando, e num dia vimos alguns Grifos voando pelas montanhas. Andamos por mais tempo e então na noite Grifos vieram nos atacar. Eles eram fortes, mas logo conseguimos nos organizar e atacar as criaturas, elas foram obrigadas a recuar. Resolvemos seguir o caminho mais direto e rápido para achar o portal. Era uma estrutura redonda, seu interior pareia coberto por um véu que flutuava, mas se tocávamos nele ficava duro e nada conseguia entrar. Então voltamos para reportar a descoberta e o que mapeamos para o conselho da cidade.



360 xp
145 gold

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